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A Cidade Antiga

Introdução

No continente dos Reinos Humanos Livres, perto da localidade da Fortaleza de Berdolock existem ruínas de uma antiga cidade humana conhecida como Cidade Morta ou Cidade Antiga. Historiadores afirmam que esta cidade foi o berço da civilização e que daqui começou a colonização do continente dos Reinos Livres e a expansão para toda Artrúsia da raça humana. Contudo um mistério ainda intriga os estudiosos: um artefato encontrado na mesma que nunca deveria estar lá. Neste artigo vamos tentar dar luz a estes fatos.

A Cidade Antiga

Trata-se de um conjunto de ruínas muito antigas numa área semi desértica próxima a Fortaleza de Berdolock. A maioria dos pédios possuem apenas bases erodidas, contudo há um conjunto maior, cercado por um grande muro semi destruído que é conhecido como a “Cidadela”. Nela exitem varios prédios ainda em pé e um grande no seu centro conhecido como a “prefeitura”. Todos ainda apresentam alguns afrescos, mostrando cenas onde humanos estão realizando várias atividades, sendo que na Prefeitura há uma grande pintura na parede mostrando a partida de barcos carregados de soldados  e pessoas. Isto pode indicar o exodo que ocorreu há muito tempo para explorar o resto de Artrúsia. Os prédios estão cheios de areia e é comum encontrar cobras e escorpiões no local.

Não existe nenhum tipo informação além das pinturas e nem textos, ou qualquer registro que possam indicar a origem deste povo, apenas estas pinturas. nos prédios há também sinais de incêndios e talvez de algum tipo batalha, mas isso ocorreu há muito tempo. As ruínas também são habitadas por grupos de bandidos, que vagueiam pela região a noite. Dizem que há esconderijos  dos quais quadrilhas guradam seus butins ou mesmo ítens contrabandeados. Há rumores que mortos-vivos vagam pela região e atacam os  incautos que resolvem se aventurar por ali.

O mais curioso desta cidade são os  ladrilhos do chamado “armázem”. O prédio é cohecido com este nome, pois em suas paredes existem pinturas de imagens de comércio. Ele está localizado ao lado da “prefeitura”,  tem seu chãos cobertos por ladrilhos com estranhos símbolos que estão misteriosamente preservados. Alguns destes simbolos foram encontrados em outros continentes de nosso mundo, indicando uma possível presença dos humanos que sairam desta cidade e que colonizaram outros continentes.

Símbolo encontrado nos ladrilhos e ao lado, encontrado no continente humano ao norte de Artrúsia, em uma caverna

Voltando ao armázem, neste mesmo local um grupo de aventureiros que explorava o local, descobriu uma estranha caixa com um conteúdo que ficou conhecido como o “Artefato de Mulin” (Mulin foi o dvalin que descobriu este estranho achado). Para o espanto dos aventureiros e dos sábios que examinaram este artefato tempos depois, o mesmo estava no lugar errado e no tempo errado. Mas que artefato era esse?

O Artefato de Mulin

O grupo que pertencia Mulin estava caçando um grupo de bandidos que tinha cometido vários roubos em Espinhaço. Estes foram seguidos até a Cidade Morta, mas lá foi perdido seu paradeiro. O grupo tentou localizar os bandidos mas em vão. Mulin que era um dvalin bem teimoso convenceu o grupo a explorar a cidade e acabaram indo ao “armazem” para explorá-lo. Mulin começou a procurar o local, até que esbarrou num ladrilho solto, que acabou revelando uma pequena cova onde havia uma caixa preta de metal muito bem preservada. O dvalin pensou que aquilo poderia ser um esconderijo de bandidos e pegou a caixa, levando-a para o seu grupo como um butim. Ao chegar ao grupo avidamente abriu a mesmae se deparou com uma pistola, ornada com arabescos e estranhos símbolos. Estava totalmente preservada e sem um rastro de ferrugem, era muito bonita.O Dvalin e os aventureiros não deram muita importância, e voltaram logo depois para Rubraagua  para fazer pouso e em seguida  tomaram caminho para Bravamata. Mulin ostentando seu butim ao chegar a Rubragua resoveu avaliar a pistola, levando para um mestre armeiro. Este não coneguiu identificar a procedência daquela arma. Foi então que o mistério toma forma. Este mestre ao limpar o cano da arma, achou restos de aerolita na mesma, indicando que a mesma disparara alguma munição com o minério. Isso era estranho, pois não se conhecia nenhum tipo de munição assim.

O mestre chamou um alquimista amigo seu para analisar aquela aerolita. Seu nome era Prestes Haroldo, famoso estudioso da aerolita no sul de Artrúsia, conhecido por todo o mundo. Ele pegou os restos da aerolita e começou a análise. Alguns dias depois, chegou a um resultado inacreditável: ela estava inerte, não reagia há determinados compostos alquímicos. Se isso era verdade esta aerolita deveria ter mais de 3000 anos! Ele duvidou de seus resultados e contatou os sábios da Cidades das Brisas, mandando as amostras para eles. Para o espanto geral o resultado foi o mesmo. O grande problema disso tudo é que as armas de fogo só surgiram em Artrúsia há 500 anos atrás, não há 3000! Mulin logo foi contatado por diversas autoridades para revelar onde encontrara a arma e uma expedição guiada por ele foi levada ao local. Contudo mais nada foi encontrado.

Palavras Finais

O que a Cidade Morta esconde de mistérios? A pistola hoje está na universidade da Cidade das Brisas, cercada de mistérios e sendo constantemente estudada. Mulin recebu uma régia recompensa e desde então continua fazendo expedições a Cidade Morta em busca de  artefatos. Mas As principais questões que ainda estão no ar são:

Quem  fez esta pistola ?

Como essa pistola foi parar lá ?

Qual o motivo de uma munição a base de aerolita?

Perguntas sem respostas para um enigma ainda sem solução.

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