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Os Batalhões Penais

“O único lugar que eu não quero estar é num batalhão penal,

Ali todo mundo se dá mal,

O oficial, o praça, todo mundo é igual,

E se não lutar, vai morrer geral,

“O único lugar que eu não quero estar é num batalhão penal,

Ali todo mundo se dá mal,

Eles te botam para tomar  a peçonha,

E em  24 horas te enfiam a camonha,

“O único lugar que eu não quero estar é num batalhão penal,

Ali todo mundo se dá mal,

 Nesta tropa a maioria não tem sorte,

Pois é certo encontrar a morte.”

Música cantada no exército humano em marchas de treinamento.

 

Introdução

A origem dos Batalhões Penais no Exército Imperial Humano é bem antiga, sendo  forma de pagar algum crime civil,  de guerra ou mesmo de traição.  Quando um soldado ou oficial comete uma ofensa digna de uma pena capital (exemplo: matar um comanheiro de armas), é dada a opção do condenado servir num batalhão penal.O mesmo vale para assassinos, traidores, civis.Estes batalhões são utilizados em missões suicidas em que normalmente a taxa de sobrevivência é muito baixa. Nest artigo vamos falar um pouco mais sobre estas tropas e como é o processo de recrutamento.

Sobre os Batalhões Penais

Os batalhões Penais é uma tropa de de infantaria formada por presidiários e criminosos que preferem fugir da pena capital em troca do perdão em combate. É o Batalhão Penal no exército humano e os Guerreiros Desonrados no exército Orco. São tropas que vão ao combate sem trajes blindados a vapor, Mecanos nem Landships, trajando uma aramadura simples e armadas com fuzis de repetição. Geralmente são comandados por um oficial que caiu em desgraça em seu exército equivalente, e esta é a maneira de garantir o perdão: liderar essas tropas.
Antes do combate, nos Batalhões Penais humanos, um veneno é ministrado na tropa que se em 24 horas não for administrado um antídoto, o condenado morrerá. Se o condenado sobrevive a uma batalha, ele é perdoado e recebe o antídoto, salvando sua vida.

O veneno atual é um poderoso extrato de uma planta raramente encontrada em Artrúsia, o Lírio da Campina que produz uma toxina na qual em 24 horas mata um ser humano, paralisando todo o seus sistema nervoso central. O condenado morre de maneira horrenda, tendo literalmente partes de seu corpo paralisadas, até que seu coração pare de bater. No processo ele fica consciente, morrendo asfixiado devido a parada de seus pulmões. Os condenados pensam que dormem no processo, mas para sua desagradável supresa, isso não acontece. Normalmente a taxa de sobrevivência de um indivíduo num batalhão penal é de 5% e a morte na maiora das vezes é certa.Os condenados acreditam que terão chance de sobreviver e isso não é retirado deles, inclusive são incentivados a lutar, por uma possível a liberdade. Na maioria dos casos eles encontram um destino bem sombrio.

O batalhão penal é administrado pela justiça militar do exército humano. Os condenados ao receberem a pena capital, no momento da sentença, são apresentados a possibilidade de servir num batalhão penal . Os que aceitam  são levados para um campo prisão, onde recebem um  treinamento militar básico e em seguida embracados para um destino incerto, onde normalmente algum conflito está acontecendo.

Chegando lá eles já são designados para missões completamente suicidas, onde antes do início da mesma é ministrada o veneno do qual eles tem 24 horas para cumprir a missão e receber o antídoto. Os que conseguem voltar e sobreviver ao combate e tomar o antídoto, tem suas penas comutadas e passam a ser homens livres. No caso de soldados e oficiais eles tem a opção de retornar ao exército ou arma equivalente.

Condenados Famosos

Abaixo segue a lista de alguns condenados que sobreviveram e ficaram famosos depois deste feito:

Steve Macgregor – Famoso sargento humano, hoje capitão de infantaria da companhia “Dos Cachorros Loucos”. Foi condenado por matar seu tenente quando o mesmo ia colocar seus homens numa carga suicida contra uma fortaleza orco. Apesar de ter evitado um massacre e tomado a posição, foi condenado a servir num batalhão penal. Foi criador do “Incentivo Mcgregor” no batalhão penal que serviu. Esta técnica  é usada atualmente como forma de recuperar a moral d e um grupo. Consiste em matar um mais condenados que recusam a lutar e preferem morrer pelo veneno numa situação de combate.

Aline Fantini – Aline foi uma assassina profissional que foi pega e condenada a morte, mas preferiu a opção de um batalhão penal à morte pela forca. Aline ficou famosa por matar 7 orcos sozinha numa tomada de posição e ter sido a única sobrevivente de seu grupo. Voltou pare receber o antídoto carregando a cabeça dos orcos e jogou aos pés do oficial de dia. Depois disso ele se juntou ao exército humano servindo até hoje em tropas especiais.

Geraldo Quintão, “O Louco” – Geraldo  Quintão foi o único humano que serviu em mais de 10 missões em batalhões penais e sobreviveu. O interessante é que ele nunca foi condenado por nada e toda vez que se serviu foi por vontade própria. Não se sabe como ele conseguiu isto, mas na décima primeira vez ele foi descoberto e retirado as perssas, apesar de seus protestos. Geraldo após este fato decidiu se tornar um monge e vive hoje isolado num erimitério.

Isauro Matos, “O Destemido” – Isauro serviu num batalhão penal e sobreviveu, mas  ao aplicarem o antídoto, um estranho efeito colateral aconteceu com ele: perdeu seu senso de sobrevivência. A partir dali ele se alistou no exército e virou um viciado em guerra. Sempre se ofereceu para as piores missões, na sua maioria suicída. Infelizmente encontrou a  morte ao pisar num campo minado. Momentos antes da morte dizia que nada aconteceria com ele.

Joana Valença – Joana era uma mulher pacata até matarem seu marido e ela foi em busca de vingança. Descobriu o assassino e o matou, junto com toda a sua família, incluíndo a esposa e os filhos menores. Joana foi condenada a morte, mas disse que iria servir num batalhão penal e sobreviveria. Em combate, ela foi liderou uma carga contra uma posição fortificada orco, logo depois que o oficial do seu grupo caiu morto. Ela entrou num frenesi de batalha e duelou em corpo a corpo com um orco ,  matando-o com uma mordida na sua jugular. Ela foi seriamente ferida, mas foi encontrada a tempo, banhada em sangue em cima do cadáver do inimigo. De acordo com os oficiais da justiça militar,  foi responsável pela vitória e perdoada em seguida. Ela se alistou no exército em seguida e hoje é uma oficial de infantaria a vapor com diversas medalhas e comendas.

Palavras Finais

Esperamos que tenham gostado deste artigo! É o primeiro que aborda Mitos tanto para o Crônicas de Artrúsia, bem como nosso wargame Landships! Se quiser comentar, falar algo, dar sugestões, manda uma mesnagem para gente!

E por falar em Landships…

Os Batalhões Penais e os Gurrerios desonrados estão presentes em nosso wargame Landships! Você vai poder jogar com elas em diverss missões de combate e criar sua própria história! Siaba mais sobre nosso jogo aqui!

 

 

 

 

 

 

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